
Durante nossa estadia em Tunis, decidimos visitar a Medina, a cidade antiga. Queríamos conhecer esse lado mais histórico da capital tunisiana, com seus bazares, mesquitas, restaurantes e cafés, em contraste com as áreas fora da Medina, onde a influência dos tempos de colônia francesa aparece mais.
Para chegar lá, pedimos um táxi pelo aplicativo inDrive. Naquela corrida, o preço já estava definido, então não precisamos negociar — um pequeno alívio antes de entrar no ritmo do souk.
Logo na entrada, o portal da Medina e a arquitetura arabesca chamaram nossa atenção. Havia cheiro de jasmim no ar, pessoas tomando chá e aquela atmosfera caótica típica do mercado. Era muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, entre ruas, comércios e gente circulando.
Durante a visita, entramos em um café tradicional. Os locais fumavam shisha, e nós subimos até o terraço. Lá de cima, vimos a cidade e o minarete da Mesquita Zitouna ao fundo. Foi uma boa pausa no meio do movimento da Medina e uma forma de observar o lugar por outro ângulo.
Também gostamos muito de ouvir as histórias contadas pelo nosso guia. Ele falou sobre como a Tunísia conquistou uma democracia e sobre o país se considerar moderado na religião. Essas eram as impressões do guia sobre o país; o relato da conversa não substitui uma análise atual da situação política.
Programando sua visita
- Fomos pelo inDrive; naquela corrida, o preço já estava definido. Confira as condições no aplicativo antes de solicitar o transporte.
- Vale visitar a Medina com um guia para entender melhor as histórias da região.
- Entre nos cafés e comércios típicos: vários cafés têm vista panorâmica para a cidade antiga.
A Medina de Tunis nos pareceu um lugar para caminhar sem pressa, prestar atenção nos detalhes e, quando der, subir a um terraço para ver a cidade lá de cima.
